SUS inclui novo teste para rastreamento do câncer colorretal em pessoas de 50 a 75 anos
Exame FIT identifica sangue oculto nas fezes e poderá ampliar a detecção precoce da doença em mais de 40 milhões de brasileiros
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a contar oficialmente com um novo procedimento para o rastreamento do câncer colorretal. O Ministério da Saúde incluiu, no dia 10 de agosto de 2026, o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) na tabela de procedimentos da rede pública.
O exame será destinado a homens e mulheres de 50 a 75 anos que não apresentam sintomas e deverá ser realizado a cada dois anos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a medida poderá ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à identificação precoce da doença.
Como funciona o FIT?
O teste é feito a partir de uma pequena amostra de fezes e procura identificar quantidades de sangue oculto, ou seja, sangue que não pode ser percebido a olho nu.
A presença desse sangue pode estar relacionada a pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino, embora um resultado positivo não signifique automaticamente que a pessoa esteja com câncer. Nesses casos, será necessária uma investigação complementar, que pode incluir a realização de colonoscopia.
Uma das vantagens do FIT é utilizar anticorpos específicos para detectar hemoglobina humana, tornando o procedimento mais preciso do que métodos químicos mais antigos de pesquisa de sangue oculto. De acordo com o Ministério da Saúde, sua sensibilidade fica entre 85% e 92%.
Coleta pode ser realizada em casa
O procedimento é considerado simples. O paciente recebe um kit, coleta uma pequena amostra das fezes em casa e encaminha o material para análise laboratorial.
O FIT não exige preparo intestinal, não necessita de dieta restritiva antes da coleta, utiliza apenas uma amostra e é menos invasivo do que exames como a colonoscopia.
Atenção: inclusão no SUS não significa disponibilidade imediata em todas as unidades
A medida entrou em vigor com sua publicação no Diário Oficial da União em 10 de agosto, mas isso não significa que o exame já esteja disponível imediatamente em todas as Unidades Básicas de Saúde do país.
O INCA informa que o novo procedimento começará a ser registrado nos sistemas do SUS a partir do mês seguinte à publicação. A implantação dependerá da organização da rede pública de saúde em cada localidade.
Por isso, moradores de Prudentópolis e região interessados no exame devem acompanhar as orientações da Secretaria Municipal de Saúde e das unidades de saúde sobre quando o procedimento estará efetivamente disponível no município.
Câncer colorretal está entre os mais frequentes do país
O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino, está entre os tumores mais frequentes no Brasil. Segundo estimativas do INCA, o país deverá registrar aproximadamente 53,8 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028.
A estratégia de rastreamento busca justamente encontrar possíveis alterações antes mesmo do aparecimento dos sintomas, aumentando as possibilidades de diagnóstico precoce.
Vale destacar que pessoas que apresentam sinais ou sintomas intestinais devem procurar atendimento médico e não aguardar o rastreamento de rotina.
O PRUDENTOPOLITANO — informação que cuida de você e leva a notícia até a população.
Fonte: Ministério da Saúde / Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Exame FIT identifica sangue oculto nas fezes e poderá ampliar a detecção precoce da doença em mais de 40 milhões de brasileiros
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a contar oficialmente com um novo procedimento para o rastreamento do câncer colorretal. O Ministério da Saúde incluiu, no dia 10 de agosto de 2026, o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) na tabela de procedimentos da rede pública.
O exame será destinado a homens e mulheres de 50 a 75 anos que não apresentam sintomas e deverá ser realizado a cada dois anos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a medida poderá ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à identificação precoce da doença.
Como funciona o FIT?
O teste é feito a partir de uma pequena amostra de fezes e procura identificar quantidades de sangue oculto, ou seja, sangue que não pode ser percebido a olho nu.
A presença desse sangue pode estar relacionada a pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino, embora um resultado positivo não signifique automaticamente que a pessoa esteja com câncer. Nesses casos, será necessária uma investigação complementar, que pode incluir a realização de colonoscopia.
Uma das vantagens do FIT é utilizar anticorpos específicos para detectar hemoglobina humana, tornando o procedimento mais preciso do que métodos químicos mais antigos de pesquisa de sangue oculto. De acordo com o Ministério da Saúde, sua sensibilidade fica entre 85% e 92%.
Coleta pode ser realizada em casa
O procedimento é considerado simples. O paciente recebe um kit, coleta uma pequena amostra das fezes em casa e encaminha o material para análise laboratorial.
O FIT não exige preparo intestinal, não necessita de dieta restritiva antes da coleta, utiliza apenas uma amostra e é menos invasivo do que exames como a colonoscopia.
Atenção: inclusão no SUS não significa disponibilidade imediata em todas as unidades
A medida entrou em vigor com sua publicação no Diário Oficial da União em 10 de agosto, mas isso não significa que o exame já esteja disponível imediatamente em todas as Unidades Básicas de Saúde do país.
O INCA informa que o novo procedimento começará a ser registrado nos sistemas do SUS a partir do mês seguinte à publicação. A implantação dependerá da organização da rede pública de saúde em cada localidade.
Por isso, moradores de Prudentópolis e região interessados no exame devem acompanhar as orientações da Secretaria Municipal de Saúde e das unidades de saúde sobre quando o procedimento estará efetivamente disponível no município.
Câncer colorretal está entre os mais frequentes do país
O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino, está entre os tumores mais frequentes no Brasil. Segundo estimativas do INCA, o país deverá registrar aproximadamente 53,8 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028.
A estratégia de rastreamento busca justamente encontrar possíveis alterações antes mesmo do aparecimento dos sintomas, aumentando as possibilidades de diagnóstico precoce.
Vale destacar que pessoas que apresentam sinais ou sintomas intestinais devem procurar atendimento médico e não aguardar o rastreamento de rotina.
O PRUDENTOPOLITANO — informação que cuida de você e leva a notícia até a população.
Fonte: Ministério da Saúde / Instituto Nacional de Câncer (INCA).





