Quadrilha suspeita de furtar mais de 300 cabeças de gado é presa no Paraná

Mais de 300 cabeças de gado furtadas em diversas propriedades rurais do Noroeste do Paraná levaram a Polícia Civil do Paraná (PCPR) a deflagrar uma operação que desarticulou uma organização criminosa especializada em abigeato — o furto de gado. A ação ocorreu nesta sexta-feira (24), de forma simultânea, nas cidades de Londrina, Ortigueira e Califórnia, e resultou na prisão de duas pessoas.

Mais de 300 cabeças de gado furtadas em diversas propriedades rurais do Noroeste do Paraná levaram a Polícia Civil do Paraná (PCPR) a deflagrar uma operação que desarticulou uma organização criminosa especializada em abigeato — o furto de gado. A ação ocorreu nesta sexta-feira (24), de forma simultânea, nas cidades de Londrina, Ortigueira e Califórnia, e resultou na prisão de duas pessoas.

As investigações começaram no início de 2024 e revelaram que o grupo realizava levantamentos em propriedades rurais, identificando locais vulneráveis. Durante a madrugada, os criminosos furtavam os animais e os transportavam em caminhões com placas adulteradas, com destino principalmente à região de Londrina.

Polícia Militar do Paraná (PMPR) também colaborou com as apurações e chegou a prender dois membros da quadrilha em flagrante, com caminhões adulterados transportando gado furtado nos municípios de Nova Esperança e Rolândia.

Na região de Cruzeiro do Oeste, a PCPR identificou quatro furtos atribuídos ao grupo:

  • 6 de janeiro de 2024, em Tuneiras do Oeste – 21 cabeças;
  • 2 de abril de 2024, em Cruzeiro do Oeste – 48 cabeças;
  • 23 de setembro de 2024, em Tapejara – 75 cabeças;
  • 20 de novembro de 2024, novamente em Tapejara – 37 cabeças.

“Durante a operação, dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos e celulares foram apreendidos. Um dos principais investigados, de 42 anos, já estava preso por outro crime de abigeato, ocorrido em dezembro de 2024, no município de Paranapoema”, explicou o delegado Queiroz.

Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e o destino final dos animais furtados

 

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