Brasil envia ajuda humanitária à Venezuela após terremotos; carga inclui vacinas, medicamentos e equipamentos

Brasil envia ajuda humanitária à Venezuela após terremotos; carga inclui vacinas, medicamentos e equipamentos

O governo brasileiro reforçou neste sábado (5) sua atuação humanitária internacional ao enviar cerca de seis toneladas de suprimentos para a Venezuela, país que enfrenta uma das maiores tragédias naturais de sua história recente após os fortes terremotos registrados no fim de junho.

A operação foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, e partiu do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. A carga reúne doações do Ministério da Saúde, da farmacêutica Eurofarma e da Marinha do Brasil, com o objetivo de auxiliar no atendimento às vítimas e fortalecer a estrutura de saúde nas áreas afetadas.

Entre os materiais enviados estão 250 mil doses de vacina antirrábica canina, 100 mil doses da vacina contra a febre amarela, medicamentos, equipamentos hospitalares e materiais laboratoriais, que serão utilizados no hospital de campanha da Marinha brasileira instalado em La Guaira, uma das cidades mais atingidas pelos tremores.

Segundo o balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, a tragédia já provocou 2.954 mortes, deixou 16.592 pessoas feridas, além de 16.309 desabrigados. Equipes de resgate conseguiram salvar 6.462 pessoas, mas as operações continuam sendo dificultadas pelas cerca de 20 réplicas registradas desde o desastre.

Os terremotos ocorreram na noite de 24 de junho, com magnitudes de 7,2 e 7,5, em um intervalo inferior a um minuto, causando destruição em diversas regiões do país.

Além do Brasil, outras nações também mobilizaram ajuda humanitária. Estados Unidos, China, México e Reino Unido enviaram equipes especializadas, medicamentos, alimentos, equipamentos e profissionais para apoiar as ações de resgate e assistência às vítimas.

Enquanto os trabalhos de reconstrução avançam, a solidariedade internacional segue sendo fundamental para minimizar os impactos da tragédia e atender milhares de famílias que perderam suas casas e dependem de ajuda para recomeçar.

O governo brasileiro reforçou neste sábado (5) sua atuação humanitária internacional ao enviar cerca de seis toneladas de suprimentos para a Venezuela, país que enfrenta uma das maiores tragédias naturais de sua história recente após os fortes terremotos registrados no fim de junho.

A operação foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, e partiu do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. A carga reúne doações do Ministério da Saúde, da farmacêutica Eurofarma e da Marinha do Brasil, com o objetivo de auxiliar no atendimento às vítimas e fortalecer a estrutura de saúde nas áreas afetadas.

Entre os materiais enviados estão 250 mil doses de vacina antirrábica canina, 100 mil doses da vacina contra a febre amarela, medicamentos, equipamentos hospitalares e materiais laboratoriais, que serão utilizados no hospital de campanha da Marinha brasileira instalado em La Guaira, uma das cidades mais atingidas pelos tremores.

Segundo o balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, a tragédia já provocou 2.954 mortes, deixou 16.592 pessoas feridas, além de 16.309 desabrigados. Equipes de resgate conseguiram salvar 6.462 pessoas, mas as operações continuam sendo dificultadas pelas cerca de 20 réplicas registradas desde o desastre.

Os terremotos ocorreram na noite de 24 de junho, com magnitudes de 7,2 e 7,5, em um intervalo inferior a um minuto, causando destruição em diversas regiões do país.

Além do Brasil, outras nações também mobilizaram ajuda humanitária. Estados Unidos, China, México e Reino Unido enviaram equipes especializadas, medicamentos, alimentos, equipamentos e profissionais para apoiar as ações de resgate e assistência às vítimas.

Enquanto os trabalhos de reconstrução avançam, a solidariedade internacional segue sendo fundamental para minimizar os impactos da tragédia e atender milhares de famílias que perderam suas casas e dependem de ajuda para recomeçar.

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